Em Florianópolis para festival, Lenine rasga elogios a músico catarinense: ‘é cachorro grande’

Em seus mais de 30 anos de carreira, Lenine acumula trabalhos com diversos artistas renomados, mas foi em Santa Catarina que o cantor pernambucano veio a encontrar uma de suas principais parcerias na música. “Ele me disse: Qualquer uma das suas músicas eu arranjo”, relatou o cantor e compositor sobre o momento em que conheceu Luiz Gustavo Zago.

Hospedado na Grande Florianópolis para o festival Natal Encantado de Palhoça, Lenine conversou com o ND Mais antes de subir ao palco na noite deste sábado (14).

Luiz Gustavo Zago, músico catarinense, ao lado de Lenine durante apresentação – Foto: Luiz Gustavo Zago/@luizgustavozago/Instagram

O artista se apresenta com o baterista, Pantico Rocha, e o multi-instrumentista Bruno Giorgi, às 20h30, no Passeio Pedra Branca, encerrando a programação do dia no festival, que segue até o domingo (15).

De volta a Florianópolis após um ano, Lenine fez questão de enfatizar as amizades que encontra sempre que vem à capital catarinense. “Quando eu toco na cidade, revejo os amigos”, frisou.

Ele citou sua proximidade com a banda Dazaranha, mas, em especial, narrou a história de quando, há dez anos, conheceu Luiz Zago, pianista, compositor e diretor musical, com quem trabalhou junto à Camerata Florianópolis. Desde então, a dupla firmou diversas parcerias.

Lenine durante sua apresentação no festival Música de la Tierra, em agosto deste ano, em Montevideu, capital do Uruguai - Ricardo Gómez para Música de la Tierra/ND

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Lenine durante sua apresentação no festival Música de la Tierra, em agosto deste ano, em Montevideu, capital do Uruguai – Ricardo Gómez para Música de la Tierra/ND

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Lenine durante sua apresentação no festival Música de la Tierra, em agosto deste ano, em Montevideu, capital do Uruguai – Ricardo Gómez para Música de la Tierra/ND

Lenine durante sua apresentação no festival Música de la Tierra, em agosto deste ano, em Montevideu, capital do Uruguai - Ricardo Gómez para Música de la Tierra/ND

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Lenine durante sua apresentação no festival Música de la Tierra, em agosto deste ano, em Montevideu, capital do Uruguai – Ricardo Gómez para Música de la Tierra/ND

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Lenine durante sua apresentação no festival Música de la Tierra, em agosto deste ano, em Montevideu, capital do Uruguai – Ricardo Gómez para Música de la Tierra/ND

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Lenine durante sua apresentação no festival Música de la Tierra, em agosto deste ano, em Montevideu, capital do Uruguai – Ricardo Gómez para Música de la Tierra/ND

Lenine durante sua apresentação no festival Música de la Tierra, em agosto deste ano, em Montevideu, capital do Uruguai - Ricardo Gómez para Música de la Tierra/ND

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Lenine durante sua apresentação no festival Música de la Tierra, em agosto deste ano, em Montevideu, capital do Uruguai – Ricardo Gómez para Música de la Tierra/ND

Lenine durante sua apresentação no festival Música de la Tierra, em agosto deste ano, em Montevideu, capital do Uruguai - Ricardo Gómez para Música de la Tierra/ND

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Lenine durante sua apresentação no festival Música de la Tierra, em agosto deste ano, em Montevideu, capital do Uruguai – Ricardo Gómez para Música de la Tierra/ND

‘Rapaz, tu é cachorro grande’, diz Lenine

“No primeiro encontro que tivemos para ensaiar com a Camerata, eu vi que Zago tocava muito bem o piano. Eu disse: ‘rapaz, tu é cachorro grande’. Vamos fazer alguma coisa’”, contou Lenine sobre seu primeiro convite de parceria com o pianista.

O que o cantor não esperava era o vasto repertório que Zago, membro da Academia Catarinense de Letras e Artes desde 2019, viria a demonstrar. Nas palavras de Lenine:

“Eu tenho uma parte do meu cancioneiro que são canções mais íntimas, mais filosóficas, digamos assim. Ele [Zago] falou: ‘muito boa ideia, pode tocar qualquer uma’. Como assim qualquer uma?, eu respondi. Zago disse: ‘Qualquer uma dessas canções que você tá falando, eu sei, Lenine. Eu conheço o seu trabalho’. Eu disse: ‘Zago, eu quero fazer então O Que É Bonito, puxei uma lá do Olho de Peixe [álbum de 1993]. Depois parei, comecei a tocar O Silêncio das Estrelas, e ele ‘pá’, tocou”.

“Ali ele [Zago] me mostrou o quanto conhecia o que eu faço. E ele entendeu cada um dos meus projetos, cada história. E isso é importante para mim. Até nesse lugar, o Zago foi de entender as peculiaridades da minha música. A maneira como toco, como eu swingo. Então Zago passou a ser uma pessoa que tenho muita intimidade musical. E sempre que vou tocar com orquestras, eu trago Zago comigo”, completou Lenine.

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